Dom Luiz A. Guedes: Participação Política, um dever de todos nós!
Nas suas diversas definições, o vocábulo “política” engloba tudo aquilo que se refere à vida na cidade, na sociedade. Qualquer posição tomada por alguém, qualquer interferência, tem uma conotação política. Até a abstenção é já uma posição política. Participar ou deixar de participar é uma decisão que traz necessárias conseqüências.
Em seu sentido original, a política visa à busca e consecução do bem comum. A prudência diz que não se deve deixar essa busca nas mãos de outros, alienando-se do empenho pelos próprios interesses e os de todos. A realidade mostra que, não poucas vezes, aqueles que assumem a função de representar não são isentos de desvios e segundas intenções. Basta olhar o que está se revelando no Brasil agora que o acesso às informações e o ingresso nos bastidores dos vários poderes têm sido mais possibilitados aos cidadãos.
São variadas as formas de participação, desde a tomada de consciência, a discussão partilhada, a atuação em organizações de defesa de interesses vários, até a inscrição e militância nos partidos políticos e no processo eleitoral.
O importante é convencer-se de que a omissão é a pior escolha e a participação é o caminho, ainda que longo e pedregoso, para viabilizar um país melhor. Urge a necessidade de se aperfeiçoar o processo eleitoral para torná-lo mais transparente. Não é o eleitor que necessariamente escolhe mal. O fato é que ele nem sempre tem as informações necessárias para bem avaliar. A Justiça eleitoral e todos os formadores de opinião têm o dever de contribuir para melhor qualificar os eleitores e os cidadãos em geral. Fica, entretanto, a pergunta crucial: até que ponto os beneficiários da situação atual têm interesse na educação política de melhor qualidade?
Para ajudar na compreensão deste tema tão crucial para todos nós, o conselho Diocesano de Pastoral Ampliado vai oferecer uma formação sobre Fé & Política na Doutrina Social da Igreja, com o professor José Mário, mestre em Teologia, professor e doutor em Administração pública e especialista em Doutrina Social da Igreja. Este encontro está marcado para o dia 16 de junho a partir das 8 horas, na Catedral Santuário Sagrada Família (Rua Campina Grande, 400), participe.
Dom Luiz Antônio Guedes
Junho 2018
Região Episcopal 1 promove seminário temático por ocasião do ano Nacional do Laicato
Neste Ano Nacional do Laicato, 2018, instituído pela CNBB (Conferencia Nacional dos Bispos do Brasil), a Diocese de Campo limpo, que sempre se preocupou com a formação dos leigos, realizou na região Episcopal 1, um seminário temático sobre o Ano do Laicato.
Na tarde do sábado, dia 05 de maio, na Paróquia São Pedro Fourrier, forania Campo Limpo, o Assessor da Área de Ação Evangelizadora do Laicato, Padre Rodolfo Marinho, apresentou para as centenas de pessoas, um seminário com o tema: O Laicato nos diversos areópagos modernos: Família, educação, política, economia, cultura, comunicação.
Antes que ele pudesse desenvolver o tema com muita clareza e de forma bastante didática, o pároco da São Pedro Fourier, Elcio da Silva Barros, deu as boas vindas aos participantes desejando que o encontro fosse proveitoso, ficando a disposição. Em seguida, passou a palavra ao Vigário Episcopal da região 1, Monsenhor João Batista de Carvalho, que explicou quem faz parte e como funciona esta subdivisão dentro da nossa diocese, além de falar um pouco sobre a importância de viver e formar os leigos. Padres das foranias que compõe a região episcopal 1, estiveram presentes acompanhando com seus paroquianos, entre eles, Antonio Ferreira Gonçalves, Amauri Batista e Paula, Douglas Wallas Franco Pereira e Anderson de Moraes Domingues.
Com o objetivo de ampliar a formação dos representantes paroquiais, Padre Rodolfo Marinho, desenvolveu aspectos do Documento 105, sobretudo os mais pertinentes ao que envolve o leigo nas mais diversas esferas do cotidiano: missão, identidade, espiritualidade, trabalhos nas comunidades e na atuação social, além de salientar que são os cristãos leigos e leigas os verdadeiros sujeitos eclesiais e co-responsáveis pela nova evangelização, tanto na Igreja como no mundo.
“É importante atender o que nos pede o Papa Francisco, se der “igreja em saída” a serviço do Reino, mas é importante também que estejamos formados e preparados, sabendo de onde estamos vindos e para onde estamos indo. Precisamos promover lugares de reflexão nas pastorais, no nosso trabalho e escola, disseminando a consciência de que somos iguais pelo Batismo e que temos um dever importante, anunciar o Evangelho para vivermos bem o Ano do Laicato na igreja e fora dela, ‘ser sal na terra e luz no mundo’”, disse padre Rodolfo.
Entre instantes de formação e intervalos para alimentação, o encontro foi animado pelos músicos da paróquia que tão bem realizaram sua missão evangelizadora através das canções.
O seminário temático faz parte das propostas para vivência do Ano Nacional do Laicato em toda a diocese e as outras três regiões também receberão esta formação. O objetivo maior, segundo a Comissão Diocesana para o Ano do Laicato, é que este seminário seja um momento de formação fundamental e decisivo para que os leigos e leigas não se esqueçam que todos são membros da mesma igreja, membros diferentes é verdade, mas que na diversidade gera comunhão, construindo o Reino de Deus na missão evangelizadora de ser ‘sal na terra e luz no mundo’.

Sacerdotes reunidos para o dia de oração pela santificação do clero
Depois de uma manhã de espiritualidade, dezenas de padres diocesanos e religiosos celebraram juntamente com Dom Luiz missa pelo Dia Mundial de Oração pela Santificação do Clero.
Legionários diocesanos participam da Romaria ao Santuário Nacional
Nos dias 2 e 3 de junho milhares de peregrinos estiveram no Santuário Nacional de Aparecida para participar da tradicional Romaria Anual da Legião de Maria. Há 62 anos os membros da Legião visitam o Santuário, este ano cerca de 12 mil pessoas participaram, segundo a coordenação nacional do grupo.
Foram dois dias de intensas atividades, com momentos de oração, via sacra e missas na Basílica. Foram realizadas, também, reuniões onde ficaram estabelecidas as diretrizes para o próximo ano e grande participação da Juventude Legionária de várias partes do Brasil.
O movimento Legião de Maria é uma associação internacional de fiéis da Igreja Católica e é formada por leigos que de forma voluntária, contribuem para a ação evangelizadora da igreja, sob a proteção e exemplo de Maria. Na Diocese de Campo Limpo são mais de 500 legionários e cerca de 150 membros participaram da peregrinação.
Um dos pontos altos de espiritualidade aconteceu no sábado de manhã em frente à Basílica Velha, com uma grande concentração para a oração do Ofício de Nossa Senhora e a procissão em direção ao morro do Cruzeiro. “Esta peregrinação é um momento forte de revigorar a fé e de reavivamento espiritual”, comentou Adriana Maria, secretaria da Comitium Nossa Senhora de Fátima, da Diocese de Campo Limpo.
No encerramento das atividades do sábado, durante sua homilia, o Bispo da Diocese de Iguatu-CE, Dom Edson de Castro Homem falou sobre o papel fundamental do movimento: “A Legião de Maria existe para revitalizar os irmãos nas diversas situações”.
No domingo, em frente à tribuna, milhares de peregrinos empunhavam seus estandartes e foi preciso um esquema especial para a acomodação de todos, já que o número de participantes foi bem maior que de anos anteriores. A Santa Missa de domingo, celebrada também por Dom Edson, mais uma vez, foi o alimento necessário para o fortalecimento da fé e o desejo de propagar a mais pessoas a devoção mariana.
Que Nossa Senhora Aparecida interceda por todos os legionários!
Legião de Maria Diocese de Campo Limpo
Comitium Nossa Senhora de Fátima
Reuniões 2º Sábados do mês das 14h30 às 17h
Salão Nossa Senhora das Graças (Rua Louis Boulanger, 190 – Jd. Bom Refúgio)

Um abraço como pedido de cuidado e respeito à natureza
Paróquia Santos Mártires realiza mais uma vez a romaria das águas em caminhada de conscientização e respeito à natureza.
Emoção e alegria na dedicação da paróquia Bom Jesus de Piraporinha
No dia 03 de junho, a comunidade do bairro de Piraporinha comemorou com alegria e emoção a dedicação da Igreja matriz da Paróquia Bom Jesus de Piraporinha, Forania M’ Boi Mirim, com a celebração do rito solene de dedicação, onde se pede a Deus para que o lugar edificado com pedras se transforme em sinal visível para todos os fiéis em uma casa de adoração ao Senhor. A cerimônia foi presidida por Dom Luiz Antônio Guedes, Bispo Diocesano de Campo Limpo.
Em seu discurso de acolhida, Dom Luiz fez questão de expressar a sua alegria e satisfação com o empenho da comunidade na construção do novo edifício que agora abriga a comunidade paroquial em definitivo e agradeceu a presença de todos os fiéis e padres. Convidou todos a prestarem atenção na celebração do inicio ao fim, frisando que a liturgia por si só já é uma catequese de grande ensinamento na compreensão do ato de se consagrar a Deus uma igreja.
O Pároco, Padre Adilson Ulprist, visivelmente emocionado, fez um breve relato sobre o histórico da paróquia e sua construção e entregou ao Bispo, responsável pelas paróquias da diocese, o templo da igreja de Bom Jesus de Piraporinha: “entrego o templo desta igreja ao senhor para que assim ela seja dedicada e continue a ser lugar de manifestação de fé e devoção ao Bom Jesus”.
Em seguida, o bispo abençoou a água e aspergiu na assembléia e em todas as paredes, como um sinal de purificação.
Durante a homilia, Dom Luiz recordou que o cristão é pedra viva na construção da igreja em que Jesus é o alicerce, “nós povo de Deus, pessoas de fé em Jesus Cristo, pessoas consagradas pelo Batismo e pela Crisma, formamos o grande templo vivo, Jesus habita esta igreja viva. Quanto mais fiel for a comunidade eclesial, mais isso se torna verdade. Aquele que quer se encontrar com Jesus, esteja em comunidade, aquele que deseja ouvir a Jesus Ressuscitado, ouça aqueles que são os discípulos Dele, quem quiser conviver com Jesus, viva a comunidade com fé, esperança, carinho e amor. Todos nós temos vocação de sermos povo de Deus, de sermos templo vivos, onde a humanidade pode encontrar Jesus Ressuscitado”, destacou.
Dedicação do templo e do altar
Depois da homilia, teve início o rito de dedicação. Dom Luiz, ungiu todo o altar com o Santo Oléo e em seguida, com a ajuda dos padres presentes, foi à vez da unção das doze cruzes que estão nos pilares por toda a extensão da igreja e que simbolizam os doze apóstolos, significando também que o templo é dedicado exclusivamente e para sempre ao culto cristão.
Depois da limpeza do altar, foi realizada a insensação. Queimar o incenso significa o sacrifício de Cristo e também expressa o sacrifício da Igreja, assim como a fumaça alcança o céu, também as orações chegam a Deus. O altar foi revestido em seguida com uma linda toalha branca, local de sacrifício e ao mesmo tempo, a mesa do Senhor, onde são celebras a morte e a ressurreição de Jesus Cristo.
Neste momento, aconteceu à iluminação do altar, ornamentação com flores e foram acessas as luzes de toda a igreja. A claridade da vela recorda que Cristo é a “luz para se revelar as nações”, cuja luminosidade resplandece a Igreja e por ela toda a família. Após todo o rito, o bispo prosseguiu com a liturgia eucarística.
Padre Adilson, confirmou a alegria dos paroquianos ao celebrarem este rito e as muitas batalhas vencidas nesta etapa de edificação da nova igreja: “o trabalho foi realizado visando justamente que o templo fosse dedicado a Deus e ao padroeiro, então está é uma festa e uma graça para todos nós, ver de fato isso tudo se tornar um lugar sagrado, de oração, de respeito e lugar de celebração dos sacramentos, estamos todos muito felizes”.
Paróquia Bom Jesus de Piraporinha
No começo do século XX, depois de receber uma grande graça, um devoto que tinha problemas de locomoção estando quase paraplégico, alcançou o milagre da cura, através do Bom Jesus, prometeu erguer uma capela em gratidão e assim o fez.
Com o tempo o aumento na participação de fieis também cresceu, e a capela que a principio era particular, mudou de lugar e tornou-se pública, igualmente dedicada ao Bom Jesus. As muitas caravanas e romeiros que seguiam para o Santuário Bom Jesus de Pirapora, já naquela época, paravam na capelinha do Bom Jesus para fazer as suas orações e seguir viagem.
Nesta ocasião a capela era atendida pelos padres da Paróquia Nossa Senhora do Socorro, e muitas pastorais e movimentos foram criados. Em 1967 a capela se torna paróquia e para se diferenciar do Santuário Bom Jesus de Pirapora, recebe o nome de Paróquia Bom Jesus de Piraporinha.
A cada ano a participação era maior e por diversas vezes aconteceu à ampliação dos espaços da igreja, até que em 1980 a igreja estava pronta, permanecendo como era até os anos 2000. Desde a década de 80, já se falava em um projeto de construção de uma avenida sobre o córrego Ponte Baixa, mas o projeto foi por anos desacreditado, já que seriam necessárias inúmeras desapropriações.
Depois de 30 anos a notícia de que a avenida seria construída finalmente chegou. Por graça de Deus, pouco tempo antes da notificação um prédio atrás da igreja, que pertencia a um supermercado já havia sido comprado, e a antiga igreja, no princípio foi alugada e depois vendida. A matriz do Bom Jesus de Piraporinha, funcionou como igreja por doze anos com a mesma fachada do antigo supermercado.
Um grande envolvimento e esforço de todos transformou o supermercado em igreja e hoje é possível notar todo o seu esplendor e beleza bem no meio do bairro da Piraporinha.

Dom Luiz celebra com centenas de fieis a Festa do Corpo de Cristo
Em um dia ensolarado e de muita alegria centenas de fieis participaram da procissão do Corpo de Cristo cantando o amor e adoração pelas ruas no entorno da Catedral Sagrada Família.








