Formando liturgicamente para melhor celebrar - A Missa explicada (8ª parte)
Queridos irmãos e irmãs,
Encerrando a catequese sobre a missa parte por parte, transcrevemos o último trecho do que o Missal Romano nos orienta! Reitero que para evitarmos “os abusos litúrgicos”, basta sermos fiéis ao que nos orienta a Santa Mãe Igreja:
Continuação
- Enquanto o sacerdote toma o Sacramento, dá-se início ao cântico da Comunhão, que deve exprimir, com a unidade das vozes, a união espiritual dos comungantes, manifestar a alegria do coração e realçar melhor o caráter «comunitário» da procissão daqueles que vão receber a Eucaristia. O cântico prolonga-se enquanto se ministra aos fiéis o Sacramento. Se canta um hino depois da Comunhão, o cântico da Comunhão deve terminar a tempo. Procure-se que também os cantores possam comungar comodamente.
- Como cântico da Comunhão pode utilizar-se ou a antífona indicada no Gradual Romano, com ou sem o salmo correspondente, ou a antífona do Gradual simples com o respectivo salmo, ou outro cântico apropriado aprovado pela Conferência Episcopal. Pode ser cantado ou só pelo Coro, ou pelo Coro ou por um cantor juntamente com o povo. Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis.
- Terminada a distribuição da Comunhão, o sacerdote e os fiéis, conforme a oportunidade, oram alguns momentos em silêncio. Se se quiser, também pode ser cantado por toda a assembleia um salmo ou outro cântico de louvor ou um hino.
- Para completar a oração do povo de Deus e concluir todo o rito da Comunhão, o sacerdote diz a oração depois da Comunhão, na qual implora os frutos do mistério celebrado. Na Missa diz-se uma só oração depois da Comunhão, que termina com a conclusão breve, isto é: • se a oração se dirige ao Pai: Per Christum Dóminum nostrum; • se se dirige ao Pai, mas no fim da oração se menciona o Filho: Qui vivit et regnat in sáecula saeculórum; • se se dirige ao Filho: Qui vivis et regnas in saecula saeculórum. O povo faz sua esta oração por meio da aclamação: Amem.
- D) Rito de conclusão 90. O rito de conclusão consta de: a) Notícias breves, se forem necessárias; b) Saudação e bênção do sacerdote, a qual, em certos dias e em ocasiões especiais, é enriquecida e amplificada com uma oração sobre o povo ou com outra fórmula mais solene de bênção. c) Despedida da assembleia, feita pelo diácono ou sacerdote; d) Beijo no altar por parte do sacerdote e do diácono e depois inclinação profunda ao altar por parte do sacerdote, do diácono, e dos outros ministros.
A Igreja na sociedade
Na sua oração sacerdotal Jesus pede ao Pai que os seus discípulos estejam no mundo sem serem do mundo. Estar no mundo, pois é na sociedade, onde os seres humanos vivem e se relacionam, que os cristãos devem viver sua vocação e exercer sua missão. Estão destinados a ser “sal da terra” e “luz do mundo”. Não ser do mundo enquanto poder organizado sobre a injustiça e a opressão que prejudica e destrói a vida.
Os cristãos não estão sozinhos na construção da sociedade justa, fraterna e solidária. Há outros protagonistas que também agem para construí-la.
A “Gaudium et Spes” (Alegria e Esperança), que é um dos documentos emanados do Concílio Ecumênico Vaticano II, afirma que “pela fidelidade à consciência, os cristãos se unem aos outros homens na busca da verdade e na solução justa de inúmeros problemas morais que se apresentam, tanto na vida individual quanto social (nº 16)”.
Numa sociedade pluralista, como a de hoje, são muitas as mãos chamadas a aplicar-se na construção da civilização do amor, espelho mais próximo do projeto do reino de Deus. Os cristãos não detêm o monopólio desse processo. São abertos para ouvir e discernir as propostas de todos, acolhendo as que estão na direção de uma autêntica humanização. São conscientes também de que têm uma contribuição específica a dar na construção do mundo novo a partir de sua fé em Jesus Cristo. Se não a derem, ninguém poderá dá-la. E se omitindo eles serão o fermento do reino guardado no armário.
Retidão, identidade, diálogo e cooperação são atitudes necessárias para a construção da nova sociedade. Sem retidão e identidade não há verdadeiro diálogo. Repito e reforço que num verdadeiro diálogo não deve haver redução de um ao outro. É necessário preservar sempre a alteridade. Assim, o cristão não poderá renunciar à sua fé para aderir a uma ideologia. Procedendo desta forma estaria sendo o sal que perdeu a sua força e não serve mais para nada senão para ser lançado fora e ser pisado pelos homens. Numa conversa em grupo sobre o pluralismo da sociedade atual, ouvi de um sacerdote e psicólogo esta afirmação: “numa sociedade plural, só quem tem identidade sobrevive”. E eu estou convicto de que ele tem razão.
É importante incentivar a participação dos fiéis na busca de solução para os problemas da sociedade em vista de uma salutar convivência humana. Para isso, os fiéis precisam conhecer a identidade da própria fé e as suas consequências práticas, o que exige formação inicial e permanente e inclui o estudo da Doutrina Social da Igreja. Não se pode aceitar o desejo de alguns de calar a manifestação da Igreja e de seus membros a pretexto de que o Estado é laico. É por ser laico que o Estado não pode impor uma visão unilateral e tem o dever de garantir a liberdade de expressão de todos, tanto os civis como os religiosos. Caso contrário, estaria fazendo diferença entre os seus membros e classificando parte deles como cidadãos de segunda categoria.
O espírito que norteia a decisão de traduzir a fé em atitudes concretas de serviço é a consciência de que o Reino é vida e vida plenamente realizada para todos. O que move os cristãos autênticos à ação é um profundo amor à humanidade segundo o modo com que Jesus Cristo a ama.
Oxalá os assuntos relacionados com as preocupações de todos e, especialmente, dos mais pobres esteja sempre nas pautas de nossos encontros e celebrações, pois “as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos homens de hoje, sobretudo dos pobres e de todos os que sofrem, são também as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos discípulos de Cristo” (Gaudium et Spes nº 1).
Ordenados três diáconos permanentes para a diocese de Campo Limpo
Nos últimos dois meses de 2018 foram ordenados, em suas respectivas paróquias, três novos diáconos permanentes para a Diocese de Campo Limpo, pela imposição do Bispo diocesano Dom Luiz Antônio Guedes.
O primeiro deles foi Pedro Schimckler, no dia 1º de novembro, dia de Todos os Santos, na igreja matriz da paróquia Nossa Senhora das Dores, em Juquitiba. Depois, no dia 24 de novembro, Adilson Seguezi, na Paróquia Nossa Senhora Aparecida e São Lourenço, que também pertence à forania Itapecerica e por último Ronaldo Santos, em 19 de Dezembro, na paróquia Sagrado Coração de Jesus, forania Campo Limpo.
Com muita alegria e satisfação, as celebrações eucarísticas contaram com a presença de padres e diáconos permanentes da Diocese, além dos seminaristas do Seminário Nossa Senhora Aparecida, e de familiares e amigos dos ordenados.
Em todas as celebrações, na homilia, Dom Luiz, ressaltou a importância da vocação do diácono e o comprometimento com a liturgia, o anúncio da Palavra e a caridade.
A palavra diakonia, de origem grega, significa “serviço” e originalmente era usada sem conotações religiosas para descrever o trabalho de escravos e pessoas humildes. No Novo Testamento, porém, passa a ter um significado teológico e o próprio Jesus é apresentado como aquele que veio para servir e dar sua vida, como narra o Evangelho de Marcos, no capítulo 10.
Hoje, dentro dos serviços ministeriais da Igreja Católica, o diaconato é o primeiro grau do sacramento da Ordem, seguido do presbiterado (padres) e do episcopado (bispos), e imprime caráter àqueles que o recebem, ou seja, assim como o Batismo ou a Crisma, quem recebe o sacramento da Ordem obtém uma marca indelével de fé que não pode ser apagada.
Há, porém, uma distinção em relação ao diaconato, que pode ser transitório ou permanente. Os chamados diáconos transitórios são aqueles candidatos ao presbiterado e, por isso, para eles, o diaconato é uma fase transitória. Já os permanentes são homens casados ou não que, na Igreja, recebem a ordem diaconal para exercer de modo estável o serviço da Palavra, da Caridade e da Liturgia na Igreja.
Diferentemente dos presbíteros, aos diáconos permanentes não cabe, por exemplo, a presidência na celebração da missa, o atendimento de confissões, a unção aos enfermos e outras tarefas que são destinadas exclusivamente aos padres. A missão dos diáconos permanentes torna-se, assim, uma oportunidade para que, inseridos num contexto familiar e profissional, possam dar testemunho do seguimento de Jesus. É uma maneira particular e própria de estar a serviço, principalmente exercendo a caridade e a assistência aos necessitados.
Escola de Comunicação Diocesana terá novo módulo em fevereiro: Mídias Sociais
A Escola de Comunicação da Diocese de Campo Limpo nasceu para formar agentes de pastorais para que sejam capazes de utilizar dos meios de comunicação para o anúncio do Evangelho, com coerência e eficácia, favorecendo a ação pastoral da Igreja.
O módulo inaugural foi o de Fotografia, concluído em novembro e ministrado pela renomada fotógrafa Renata Kelly, diretora da Criativa Pix.
A Escola oferecerá a partir de fevereiro o módulo de Mídias Sociais, com aulas teóricas e também práticas, durante a semana e aos sábados, com o conferencista John Câmara, Analista de Sistemas formado pela Estácio de Sá e pós-graduando em Comunicação Social PUC/SP. É gerente de TIC - Tecnologia da Informação e Comunicação na Diocese de Santo Amaro.
A Escola de Comunicação Diocesana funciona no Centro Pastoral Sagrada Família, bem próximo da Catedral Diocesana e as aulas acontecerão as terças (19h às 22h) e aos sábados (09h às 12h), as inscrições já estão abertas e serão feitas exclusivamente pelo site da diocese (http://www.dcl.org.br/cursos/curso-de-midias-sociais).
Para informações: (Whatsapp Business 3584-9036) ou
É noite de Luz é noite de alegria
Na Noite de Natal, a Catedral Santuário Sagrada Família, vivenciou com centenas de pessoas a celebração do nascimento e Jesus inaugurando o grande e artístico presépio cheio de luzes e movimento.
Convidados e fiéis abrilhantaram os 40 anos de ordenação do padre Alberto Gambarini
O grande dia de louvor em homenagem aos 40 anos de sacerdócio do padre Alberto Gambarini ficou marcado pelas apresentações de convidados especiais e a participação de milhares de fiéis. O evento realizado pelo Santuário Nossa Senhora dos Prazeres e Divina Misericórdia no domingo, 9 de dezembro, no Ginásio de Esportes de Itapecerica da Serra, registrou a visita de 74 caravanas; a maioria de São Paulo, além de Minas Gerais, Rio de Janeiro, e Piauí.
O primeiro momento de forte emoção do louvor, e foram inúmeros ao longo do evento, ocorreu pouco mais das 8h, quando padre Alberto Gambarini passou pelos fiéis, rumo ao palco, em procissão com o Santíssimo Sacramento.
“Nesses meus 40 anos de padre, 47 quase de grupo de oração, Deus me ensinou uma coisa, se o Espírito Santo não estiver transbordando em minha, em tua vida, você será somente um cristão morno, rotineiro, porque só o Espírito Santo pode dar a todos, o espírito de entusiasmo, de paixão por Jesus Cristo”, disse padre Alberto.
Já no palco, acolhido pelo padre Rodolfo Camarotta, Rita Hengles e o diácono Nelsinho Corrêa (comunidade Canção Nova), o padre Alberto falou que durante todos estes anos procurou viver e anunciar as duas presenças fortes de Jesus entre nós: a Palavra e a Eucaristia.
Ordenado padre diocesano em 06 de dezembro de 1978, pelo bispo auxiliar da Arquidiocese de São Paulo, dom Mauro Morelli, padre Alberto é reconhecido como um fervoroso pregador da Palavra de Deus.
“Eu estava na igreja, no dia da ordenação, morava no Paraná e cheguei aqui em Itapecerica um pouco antes do padre Alberto, um ser iluminado que é uma benção na nossa vida. Olha quanto tempo passou e eu estou aqui para comemorar esses 40 anos, com uma alegria que só Deus mesmo é que sabe”, revelou Nazaré Silva, 64 anos, moradora do bairro Potuverá, em Itapecerica da Serra.
“Frequento a igreja há 40 anos, cresci na igreja, minha mãe sempre contou que assisti a ordenação do padre, tinha três anos quando minha mãe me levou na ordenação. O evento tá lindo, estou com expectativa de muitas bênçãos e que o padre continue com a evangelização, pra mim ele é um pai”, disse Vanilda Aparecida, 43, do bairro itapecericano Nissalves; pais falecidos.
Conhecido na RCC (Renovação Carismática Católica), padre Alberto Gambarini vive para oferecer aos seus milhares de seguidores e fiéis a oportunidade de ter um verdadeiro “Encontro com Cristo”, nome dado ao seu programa de TV onde prega a palavra de Deus.
O dia de homenagens pelo ministério sacerdotal do padre Alberto Gambarini seguiu com participações de nomes conhecidíssimos entre os católicos. A cada apresentação, convidados e fiéis rezaram, cantaram, se emocionaram; já os internautas foram convidados a acompanhar a transmissão online pelas Redes Sociais do padre Alberto.
“Deus preparou um dia maravilhoso não só para o padre Alberto, mas pra cada um de nós”, disse Camila Perrucini, da Paróquia de São Judas Tadeu, que escolheu, para o homenageado, a música Vem Me Seguir.
Fizeram orações, cantaram músicas, emocionaram e incendiaram os fiéis presentes no ginásio, o bispo Emérito dom Emílio Pignolli, diácono Nelsinho Corrêa, Irmã Maria de Lurdes, padre Rodolfo Camarotta, Robson (Canção Nova), Frei Gilson, Marília Mello, padre Lídio (também homenageado por seus 10 anos de sacerdócio), Maria do Rosário, padre Marcelo Rossi, padre Marcos Roberto (Elvis), padre Cesar Silva Rossi, padre Joãozinho, Ironi Spuldaro, o casal Reinaldo e Reinalda Bezerra (RCC) , Valentim e Tony Allysson.
Marilia Mello, por exemplo, falou da emoção de fazer parte do evento e da entrega do padre Alberto ao Senhor. “Com o sacerdócio o senhor fez e faz parte da vida espiritual de muitas pessoas que aqui estão; o Papa Francisco disse que ser sacerdote é arriscar a vida pelo Senhor, e o senhor tem arriscado a vida há 40 anos, com almas pescadas pelo senhor”, disse e logo após cantou Quem Impedirá, Agindo Deus.
Frei Gilson, levantou o público com a música Eu Seguirei e também disse que o padre Alberto foi muito importante em seu Ministério. "Que alegria estar aqui e ver este ginásio lotado. Isso mostra que o Brasil tem um carinho por este padre. Eu posso dizer que o senhor inspirou meu ministério. Quando eu era ainda jovenzinho eu ia nos cenáculos, não sabia que seria padre, e via o senhor pregar. Li também muitos de seus livros", conta Frei Gilson.
Os padres Cesar Silva Rossi e Lídio Sampaio, também contaram que suas vocações são frutos da pregação do padre Alberto.
O Reinaldo Bezerra e sua esposa Reinalda, do conselho Nacional da RCC, também destacaram a importância do padre Alberto na história da RCC no Brasil.
Em um dia repleto de orações, cânticos, pedidos de graça, homenagens e gratidão, mais um momento de muita emoção, com a participação da cantora Maria do Rosário.
“Eu beijo essas mãos sacerdotais, mãos ungidas para ungir, mãos que nos dão o Sacramento. Deus lhe pague padre, Deus lhe pague”, foi com essas palavras, a oração Santa Mãe de Deus, e o canto Cubra-me com seu manto de amor, que Maria do Rosário fez padre Alberto ficar com nó na garganta, tamanha emoção.
“Tenho certeza que o senhor é um dos prazeres de Nossa Senhora. Esse coração é um dos Prazeres de Deus e de Maria”, disse. E começou novo canto com Mãezinha do Céu Eu Não Sei Rezar, no momento em que a imagem de Nossa Senhora é conduzida ao palco, e é efusivamente aplaudida pelos fiéis.
Restabelecido após emoção, padre Alberto pediu a todos que estavam acompanhando o evento, no ginásio, pela tevê, pelas Redes Sociais, que apresentassem os seus pedidos. Hora de bênçãos.
A festa do povo de Deus continua
Após o almoço, padre Marcelo Rossi, um dos convidados mais esperado pelo público, contagiou a todos com sua alegria e animação.
O bispo emérito da diocese de Campo Limpo, dom Emílio Pignoli, relembrou como foi a criação da diocese e citou o apoio que recebeu do padre Alberto na ocasião. O padre Alberto também agradeceu ao bispo pelo apoio que recebeu para levar em frente seu trabalho na evangelização pelos meios de comunicação.
A missa solene, que encerrou o evento, foi presidida por dom Luiz Antonio Guedes, bispo da diocese de Campo Limpo. No momento pós comunhão, a cantora lírica Giovanna Maira, com deficiência visual, dedicou a música Panis Angelicus ao padre Alberto.
Também foi apresentado um vídeo com trajetória do padre e com depoimentos de pessoas que não puderam estar presentes neste dia.
A catequese do Santuário surpreendeu a todos com uma linda homenagem. Um carrinho percorreu a parte de trás da quadra do ginásio até o palco com duas crianças representando Nossa Senhora e Santa Faustina, acompanhados por anjos. Neste momento foram exibidas faixas com os dizeres da missão do padre Alberto: “Levar todos os filhos e filhas de Deus a beber da ‘água viva’, por meio de um encontro real e verdadeiro com Cristo”. As crianças tomaram conta do palco vestidas de anjos e com balões coloridos concluíram a apresentação.
O prefeito de Itapecerica da Serra, Jorge Costa, esteve presente na celebração e também prestou sua homenagem ao padre. “Parabéns, padre Alberto, por seus 40 anos dedicados à Igreja Católica e à ajuda ao próximo. Uma honra para Itapecerica da Serra, que hoje comemora este dia tão importante para todos”, felicitou o prefeito.
O evento contou com o apoio da Prefeitura Municipal de Itapecerica da Serra.
Um dia abençoado
"Foi uma benção do céu, maravilho. Eu acompanho o padre Alberto desde a minha adolescência, faz 30 poucos anos e é sempre essa alegria, esse amor a Jesus que ele mostra para nós", declara Elaine Nazaré da Cunha Araújo, 43 anos, professora.
"O evento foi fantástico, uma bênção de Deus, foi tudo que eu imaginava mesmo. Para comemorar estes 40 anos tinha que ser assim, grandioso. O padre é um homem muito de Deus, é a palavra viva, cheio do Espírito Santo. Ele transmite isso para gente, tudo que ele fala é muito vivo, a alegria dele é contagiante", elogia Márcia Cristina Andrade Almeida, 44 anos, São José dos Campos.
"O evento foi muito bom, cada pessoa que vem, saí renovada. Todos os momentos foram únicos, cada um que veio e falou, tocou de uma forma diferente o coração das pessoas", afirma Elisangela da Silva Santos Esteves, 38 anos, florista, Itapecerica da Serra.

Mulheres em Ordem de Batalha
Em um dia de busca de intimidade com Deus, mais de 200 mulheres se reuniram na matriz da Paróquia São Bento-CR, para o 6º retiro de mulheres, louvando, agradecendo e bendizendo o nome do Senhor Jesus!
TLC Diocesano se reúne para missa da padroeira do Movimento
Na solenidade de Nossa Senhora de Guadalupe,12 de dezembro, centenas de jovens se reuniram na Catedral Sagrada Família para render graças a Deus pelo Movimento Diocesano do T.L.C. A padroeira da América Latina é também padroeira do movimento - Treinamento de Liderança Cristã.
O Bispo Diocesano presidiu a Santa Missa que foi concelebrada pelo Assessor das Juventudes e diretor espiritual do movimento, Padre Rodolfo Camarotta, Padre André Vascom, Assessor da Área da Ação evangelizadora Missionária, Padre Rodrigo Antonio da Silva, Assessor do Setor Comunicação e Reitor do Seminário Propedêuta e o pároco da Catedral Sandro Ely. Particpou também na celebração, o diácono permanente Orlando Pereira.
Uma encenação, realizada pelos jovens da Paróquia Santa Isabel, contou com riqueza de detalhes sobre a aparição da imagem impressa no manto do índio São João Diego, no momento de ação de graças. O ministério Digno de Louvor, da paróquia Todos os Santos, animou a celebração.

Movimento TLC realiza formação unificada para coordenadores paroquiais
Movimento Diocesano do Treinamento de Liderança Cristã (T.L.C.) realiza formação de um dia para coordenadores paroquiais viverem a espiritualidade e resgatar a unidade.








